sábado, 22 de setembro de 2012
Cansada
sábado, 15 de setembro de 2012
É tudo que eu peço: "que seja doce"...
Tanta coisa pode mudar na vida de uma pessoa sem que a gente possa notar. Por isso, a cada mudança, eu só peço "que seja doce"...
Que seja doce a cada verdade contada...
Que seja doce a cada sorriso...
Que seja doce a cada abraço...
Apenas que seja doce...
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Lembranças..
Lembro de minhas brincadeiras de criança, de enganar os meus primos quando eles me perturbavam dizendo a eles que não iriam mais bater neles quando na verdade eu só estava esperando o momento certo de atacar sem que eles fugissem. De correr ao redor da mesa para fugir da surra de minha avó ou da minha mãe. De mandar em todo mundo que era mais novo do que eu na família, dizendo que era a mais a velha e que eles tinham que me obedecer. De aprontar, aprontar e aprontar e na hora que aparecia algum adulto fazer cara de santa e dizer que não fiz nada e eles acreditarem.Lembro de quando tinha uns 5 anos, estava eu indo com a minha avó para o centro, paramos em um ponto de ônibus, no momento de distração dela eu entrei no buzu e fui correndo para o fundo ficando em pé em cima de uma cadeira olhando a rua através de um janelão de vidro. Quando a minha avó deu por minha falta o ônibus puxou, e eu, de dentro ônibus dando " tchau vovó", e a minha vó correndo que nem uma louca no meio da rua tentando me acompanhar. Ela conseguiu me acompanhar 2 pontos a frente, por que alguém percebeu que ela estava correndo para me pegar e pediu para que o motorista parasse e esperasse ela.
Lembro de que não tinha computador, mas tinha uma bicicleta de meu irmão e de meu primo que ficava nós três fazendo rodizio entre duas bicicletas para dar uma volta no quarteirão da casa de minha vó e achar isso super divertido.
Lembro também, da vingança que eu queria fazer contra um menino na escola onde eu estudava na 4ª série. Ele tinha me batido e de vingança, eu estava levando na mochila um pau todo melado de merda de cachorro para bater nele no outro dia, mas para o meu azar e a sorte dele, a minha avó, com quem eu morava na época, fiscalizou a mochila e descobriu o que eu estava pretendendo fazer. Mesmo assim, no dia seguinte, conseguir me vingar... Jogando ele do passeio da escola no chão e depois cair em cima dele de murro. Isso resultou para mim uma semana de castigo na escola e uma surra em casa.
Lembro de guardar chicletes (babaloo) na geladeira e quando eu ia procurar nunca achar, então, um dia eu resolvi descobrir quem furtava os meus chicletes e tive a brilhante ideia de pegar uma siringa e com ela coletar uma tinta de caneta e inserir no chiclete, fazendo disso o seu novo recheio. Para a minha felicidade acabei descobrindo. Meu primo acabou ganhando um novo sorriso.
Lembro de ser expulsa da classe dos juniores de uma igreja onde eu congregava, por irritar a professora. Ficava remedando ela, jogava bolinhas de papel nos outros e tirava atenção de todos na sala. Por esta expulsão, eu tive que entrar na "fase" de adolescente um pouco mais cedo. Com 10 anos, eu já estava em uma classe de pessoas mais velhas e chatas!
Lembro de minha experiência de quase morte, brincando em um rio, nadando contra a correnteza para lado e para o outro com uma pessoa em minhas costas e quando me cansei fui me apoiar em uma pedra e o meu pé acabar enganchado debaixo dela, quando eu conseguir me soltar a correnteza me levou e a minha mãe, no ato de desespero pulou no rio sem saber nadar para me salvar. Resultado: outra pessoa teve que entrar no rio para me salvar e salvar a minha mãe... Depois deste dia, nunca mais me sentir a vontade em nenhum lugar que tenha muita água.
Lembro de minha fase rebelde (esta foi a que mais durou!) ninguém me suportava! Discutia, brigava e não estava nem ai para os que os outros falavam ao meu respeito. Estudava em uma escola que o quê mais me interessava era o esporte. Acabei perdendo de ano por faltas em sala de aula. De lá fui estudar em uma escola que parecia uma prisão (Colégio da Policia Militar) mas não vou mentir, de tantas escolas em que eu eu já estudei, é de lá que eu sinto mais saudades. Fiz amigos lá que mantenho até hoje, e lá, mesmo que nos empurrões e nas obrigações, foi onde eu realmente estudei. Tudo bem que a minha nota de comportamento não foi uma das melhores, estudei lá os dois últimos anos do ensino médio e nunca ganhei uma nota de bom comportamento, nem mesmo décimos...
Lembro de micos e muitos micos que já cometi na minha vida. De xingar algum professor na hora errada e no dia errado e acabar ficando sem fazer prova. De seguir um garoto mais uma amiga na maior cara dura, só para saber onde ele morava e nem ao menos se preocupar se ele estava reparando ou não. Com esta mesma amiga, sair correndo em uma avenida atrás de um ônibus só para ir na companhia de alguns "gatinhos" da escola até o ponto deles. De ir a uma festa que dizia ser a fantasia ir fantasia e chegar lá não ter ninguém fantasiado. A minha sorte, que a fantasia que eu usei não era tão extravagante só fiz tirar alguns acessórios e soltar o cabelo e ninguém percebeu. De ir a uma boate moooorta de cansada chegar lá beber dois drinques (eu acho, não lembro) e acabar dormindo na poltrona e em seguida acabar sendo filmada e indo parar em um blog local e depois todo o mundo ver e ficar tirando sarro de minha cara.
As lembranças que eu tenho são todas boas, não mudaria nada. Lembro, e dou risadas. Sinto falta de muita coisa, de muita gente e de muitos lugares e com certeza ainda terei várias lembranças boas ou ruins para contar. Aguardem!
terça-feira, 24 de abril de 2012
Prazer, Lucilla Lucena!
terça-feira, 27 de março de 2012
Aquela que me conforta
Sabe aqueles dias que você acorda se olha no espelho e não entende do por que de ter levantado? Pois então, há dias que estou assim. Não sei o porquê disso, mas sinto que alguma coisa está faltando.
Sabe aquele momento que você quer ficar sozinha, mas ao mesmo tempo você quer receber um abraço apertado nem que seja de um estranho? Pois então, há dias que estou assim.
Ultimamente, estou rodeada de indecisões e confusões internas. Qualquer coisa está me abalando. Dependendo da palavra que possa ser referida a mim, me machuca. Não é que eu esteja me sentindo frágil, mas, eu já fui mais forte.
Não é com qualquer abraço que está me comprando ultimamente e nem muito menos com qualquer beijo, mas por enquanto, a única que conforta esta “dor” interna é a minha princesa Mel.
quarta-feira, 21 de março de 2012
O meu outono austral!
O clima e as cores são perfeitas! Não fica um clima pesado, abafado e nem tão pouco "escaldante".
O pôr-do-sol desta estação é a coisa mais linda, deixando o céu no tom alaranjado.
Seja bem vindo, outono!
segunda-feira, 19 de março de 2012
A brincadeira agora ficou séria!
Quando criança, nunca fui muito boa em brincadeiras de pai e mãe, por que eu nunca soube representar uma mãe... Em brincadeiras com bonecas, nem se fala! Sempre fui boa em destruir todos os meus brinquedos. Gostava de brincar mais na rua com o meu irmão, meus primos e amigos.
Hoje aos 23 anos, estou na minha primeira gestação e digo: "Não está sendo fácil!", mas não trocaria esta experiência por nada neste mundo! Estou no 5º mês de gestação e estou esperando um menino. Todos os dias eu acordo contando menos um dia para ter o meu filho em meus braços.O engraçado, é que nunca pensei em ser mãe um dia, mas estou adorando. A cada dia vejo o meu corpo se modificando, a barriga crescendo e amando quando sinto o meu filho se mexer.No inicio não achava que conseguiria gostar de ser mãe, por que visitava muito o hospital por causa dos enjoos e de alguns mal- estares, com o tempo isso passou e comecei a curtir bastante a minha barriga... Hoje o que eu sinto muito são os chutes. Nossa, chuta demais! Ao ponto de sentir dores na costela e não conseguir dormir a noite.
Não tenho certeza de qual será o nome dele ainda, mas de uma coisa eu tenho certeza: Ele já está sendo esperado de braços abertos e muito amado por mim e por toda a sua família (que não é nem um pouco pequena) e com certeza por amigos também!
Com três meses de gestação fiz a 1ª ultrassom, e fiquei apaixonada ao ver aquela coisa pequena formando ainda o seu corpo, na época não deu para ter certeza do seu sexo, mas o médico já desconfiava que seria um menino. Já agra no 5º mês que eu tive certeza que seria um menino. A expectativa aqui em casa era por uma menina, mas tanto eu quanto pai já tínhamos certeza que era um meninão!Este já é o ultimo ultrassom que confirma o sexo, editei para a parte que mais me interessou neste dia: O PINTO!. (risos)
X.O.X.O.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Crônica do Amor
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
Por Arnaldo Jabor.
http://pensador.uol.com.br/autor/arnaldo_jabor/






